Dia 15 de maio tem Greve Nacional da Educação contra a Reforma da Previdência

Publicado: 08/05/2019 às 12:29



Contra a Reforma da Previdência e os ataques do governo Bolsonaro à Educação pública, professores, estudantes e trabalhadores do setor de todo o país organizam uma Greve Nacional para o dia 15 de maio.

 

A paralisação deverá atingir todas as redes de ensino do país, seja do ensino básico (fundamental e médio), às escolas técnicas e universidades.

 

 

A mobilização é uma resposta aos brutais ataques que o governo está desferindo contra a educação no país, como a Reforma da Previdência, que afeta particularmente este segmento com muita força, além de cortes nos recursos e perseguição ideológica.

 

ACESSE OS MATERIAIS PARA A DIVULGAÇÃO DA GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO

http://cspconlutas.org.br/2019/05/acesse-as-artes-da-greve-nacional-da-educacao/

 

 Com a Reforma da Previdência, o tempo mínimo de aposentadoria para os professores aumenta em dez anos, além de outras alterações que dificultarão ainda mais esse direito aos trabalhadores do setor, como exigência de tempo exclusivo em sala de aula para contagem da aposentadoria, desconsidera afastamento de saúde no cálculo da aposentadoria, etc. Essa reforma será o golpe final nas condições de trabalho dos professores brasileiros, precarizando ainda mais a educação no país.

 

Como se não bastasse isso, o governo de ultradireita de Bolsonaro iniciou uma ofensiva brutal contra o ensino público e contra a categoria, anunciando um corte no orçamento da Pasta de 30%, que afeta desde à educação básica até as universidades. Sem contar, a censura aos professores em sala de aula, numa verdadeira perseguição ideológica e de ataque ao direito de cátedra e liberdade de expressão dos educadores.

 

Frente às medidas de cortes contra a educação, estudantes, docentes, professoras e professores do ensino básico, técnico e das universidades, juntamente com servidores e técnicos administrativos, iniciaram inúmeras mobilizações pelo país como, por exemplo, essa semana, no Colégio D. Pedro I, no Rio de Janeiro, na UFPR (Universidade Federal do Paraná), UFBA (Universidade Federal da Bahia), entre outras instituições de ensino.

 

É importante defender a educação pública, gratuita e de qualidade.

 

É necessário defender as liberdades democráticas e de cátedra nas escolas e universidades e contra a Escola Sem Partido. Vamos exigir o fim da militarização e a violência, fora a PM das escolas. Precisamos denunciar o racismo, machismo e LGBTfobia que estão sendo incutidos nas escolas. É preciso cobrar a reposição das perdas salariais e aumento de salários aos profissionais da educação e contra os cortes de verbas, 10% do PIB para Educação.

 

O governo Bolsonaro deve retirar verbas dos banqueiros e parar de pagar a ilegítima e ilegal Dívida Pública e não cortar recursos da Educação.

 

Esquenta para a Greve Geral de 14 junho

 

A Greve Nacional da Educação tem o apoio de todas as centrais sindicais brasileiras que também estão convocando a mobilização como um “esquenta” para a Greve Geral de 14 de junho.

 

Vamos fazer um grande dia de luta em defesa da Educação neste dia 15 e avançar na preparação da Greve Geral de 14 de junho.

 

Em 2017, com Greve Geral derrotamos a tentativa do ex-presidente Michel Temer de fazer a Reforma da Previdência. Com Greve Geral vamos derrotar a reforma de Bolsonaro que é ainda pior que a do governo anterior, pois significa o fim do direito à aposentadoria e a destruição da Previdência Social.

 

Vamos à luta!

 

 

 

 

 

 

 


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